Mapeamento do processo
O fluxo atual é desenhado antes de qualquer código, e os pontos onde o trabalho se perde ou se repete são identificados junto com a equipe.
Antes de automatizar, o fluxo atual é desenhado e os pontos de perda ficam visíveis. Só depois entram as integrações entre os sistemas que a empresa já usa e as rotinas que passam a rodar sozinhas — cada execução registrada, com alerta quando algo falha.
O fluxo atual é desenhado antes de qualquer código, e os pontos onde o trabalho se perde ou se repete são identificados junto com a equipe.
ERP, CRM, planilhas, e-mail e ferramentas de terceiros conversando por API, acabando com a digitação do mesmo dado em dois lugares.
Relatórios, cobranças, importações e exportações que rodam sozinhos no horário definido, inclusive fora do expediente.
Condições que disparam uma ação ou avisam o responsável quando algum número sai do previsto.
Toda execução fica registrada e o painel mostra o histórico. Falha dispara alerta em vez de passar despercebida.
É o tecido que liga as outras camadas: lê e escreve no ERP, na agenda e nos sistemas que a empresa já usa, e aciona os bots quando o fluxo precisa falar com uma pessoa.
Na maior parte dos casos, sim. O critério é o sistema oferecer API ou algum outro ponto de integração — o levantamento inicial confirma isso antes de qualquer proposta, para não vender uma automação que não tem como existir.
Toda execução gera registro, com o que entrou e o que saiu. Falhas disparam alerta para o responsável, e o painel mostra o histórico completo.
As regras são parametrizadas e podem ser ajustadas sem reescrever a automação. Mudanças estruturais entram como evolução, passando pelo mesmo mapeamento do início.
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